sábado, 27 de agosto de 2011

Aqui vai um pouco sobre Jogos Cooperativos:

Nosso Jogo
Você sabe o que é jogo cooperativo? E cooperação?
JOGO: brincadeira, divertimento, folguedo, passatempo, exercício de crianças em que
elas fazem prova da sua habilidade, destreza ou astúcia.
COOPERATIVO: aquele que coopera, que age ou trabalha junto com o outro para um
fim comum, que colabora, contribui ou age conjuntamente para produzir um efeito.
JOGOS COOPERATIVOS possuem no seu âmago de desenvolvimento a COOPERAÇÃO.
São atividades de compartilhar, unir pessoas, despertar a coragem para assumir riscos com
pouca preocupação com o fracasso e o sucesso em si mesmos. Os jogos cooperativos reforçam
a confiança em si mesmo e nos outros, propiciando uma participação autêntica, fazendo com
que o ganhar e o perder sejam, apenas, referências para o crescimento pessoal e coletivo.
Através dos jogos cooperativos, crianças e adolescentes “descobrem” outras possibilidades:
regras, aprendizagem e educação, a ajuda, a solidariedade, a compreensão, o lúdico. A disputa
e a competição podem ser confrontadas, abrindo-se uma possibilidade de inserção da
COOPERAÇÃO – ONDE TODOS GANHAM.
A UNESCO coloca como alguns dos valores essenciais para a paz e a convivência
ecológica entre as pessoas: respeitar a vida, rejeitar a violência, ser generoso, escutar para
compreender, preservar o planeta, redescobrir a solidariedade. Esses e outros valores como:
união, amor, colaboração, bondade, paz, responsabilidade, organização, inclusão ética, são
trabalhados através das VIVÊNCIAS COOPERATIVAS.
Os JOGOS COOPERATIVOS (VIVÊNCIAS COOPERATIVAS) permitem o desenvolvimento
do viver e do conviver em grupo, do aprender para cooperar e do cooperar para aprender,
exercitando o compartilhar como instrumento de crescimento

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Sugestão de Brincadeiras cooperativas / Jogos cooperativos


ESTAMOS TODOS NO MESMO SACO
Criado por Roberto Gonçalves Martini e Claudia da Silva Miranda
Objetivo do Jogo: Todos os participantes deverão percorrer um determinado caminho juntos dentro de um saco gigante.
Propósito: Este jogo facilita a vivência de valores e o surgimento de questões bem interessantes como:

Desafio comum: percepção clara de interdependência na busca do sucesso.

Trabalho em equipe: a importância de equilibrarmos nossas ações e harmonizarmos o ritmo do grupo.

Comunicação: importância do diálogo na escolha da melhor estratégia para continuar jogando.

Respeito: pelas diferenças possíveis de encontrarmos em um grupo como: tipo físico, idade e diferença de opiniões.

Persistência: na afinação do grupo e na importância de manter o foco no objetivo.

Alegria: este também é um jogo para rir muito, a própria situação em que o jogo acontece já nos inspira à rir.
Recursos: Um saco gigante, confeccionado com tecido utilizado para forro de biquínis e sungas, pode ser adquirido em lojas de venda de tecido por quilo.
Ele vem em formato tubular, então é só medir a altura do saco que você acha ideal, cortar, costurar e está pronto.
Número de Participantes:
O numero de participantes pode variar bastante, de 04 a aproximadamente 40 pessoas, é só abrir a lateral do saco e ir costurando em outros.
Duração: Podemos estimar um tempo de 30 minutos entre explicação, vivência e reflexão. Este tempo pode ainda ser ampliado de acordo com os obstáculos criados pelo mediador.
Descrição:
Podemos iniciar o jogo (por exemplo com 40 pessoas) questionando se todo o grupo caberia dentro deste saco gigante. Após a constatação de que é possível todos entrarem podemos estipular um percurso a ser percorrido pelo grupo.O grupo poderá a qualquer momento fazer um pedido de tempo para a escolha de novas estratégias.Posteriormente podemos aumentar o desafio e o grau de dificuldade colocando novos obstáculos no caminho a ser percorrido.O jogo termina quando os participantes atingem o objetivo.
Dicas: Durante o jogo a comunicação no grupo é um fator fundamental para o sucesso. Caso seja necessário auxilie o grupo nesta tarefa.Libere os pedidos de tempo a vontade, conversar neste jogo é muito importante.Caso haja no grupo pessoas que por suas características físicas tenham dificuldade em jogar, fique atento a forma como o grupo resolve esta questão.Para confecção do saco gigante peça ajuda a uma costureira profissional, isto vai ajudar bastante.Que tal entrar neste saco gigante e ficar juntinho com todos os outros?

Passa bambolê
Objetivo: Integração, contato físico e resolução de problemas
Desenvolvimento: O grupo forma um circulo de mãos dadas. O jogo começa com duas pessoas dando as mãos entre o bambolê e com, sem soltar as mãos, passa o bambolê sem quebrar o circulo, tendo que o grupo se virar para passar o bambolê por cima ou por de baixo de cada um até que o bambolê de uma volta completa no circulo de pessoas.
Material: Alguns bambolês

Nó humano
Objetivo: Integração, contato físico e resolução de problemas
Desenvolvimento: É formado um circulo aproximando todos, quando todos estão bem próximos, é dada as mãos, orientado para que quem está ao lado e a frente não dêem as mãos, deverá ter um amontoado de gente formando um nó. A brincadeira começa com, sem soltar as mãos, voltar a ter um único circulo, e o grupo determinando quem passa por de baixo de que braço e outro que passe por cima de que outro braço, até desatar o nó humano.
Material: Nenhum material necessário

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Projeto: VIDA DE INSETO e PEQUENOS ANIMAIS

Autoras do projeto: Graziela Oliveira e Joelma Guimarães

VIDA DE INSETO e PEQUENOS ANIMAIS

TEMA GERADOR


VIDA DE INSETO e PEQUENOS ANIMAIS



Falas Significativas: “Ele é caramujo ou caracol?”, “Não mata o bichinho da natureza.” “O que é um inseto?”

Justificativa:

Dando continuidade ao trabalho realizado em que apresentamos como personagens alguns insetos que ao ilustrarem histórias, despertaram o fascínio e curiosidade das crianças. Propomos, nesse momento, e a partir das falas significativas da turma a ampliação desses conhecimentos, permitindo às crianças a oportunidade de desenvolver atitudes de respeito e preservação. Bem como, descobrir novas aprendizagens sobre esses pequenos animais.

Objetivo Geral:

Buscar por novos conhecimentos sobre os insetos. Estudar as espécies, características, particularidades, buscando em diversas fontes de pesquisa o entendimento da importância dos insetos para o meio ambiente.


Objetivos conceituais:

 Conhecer o modo de vida e as características dos insetos.
 Perceber a existência de diversos insetos apontando para sua diversidade (locais onde vivem sua alimentação, seus hábitos e outras peculiaridades relativas a cada espécie);
 Correlacionar todo o estudo com o desenvolvimento do processo de letramento;
 Ampliar o vocabulário;
 Ler e interpretar imagens;
 Ouvir histórias e contos relacionados com o tema gerador;
 Reconhecer seu nome e dos colegas;
 Incentivar o gosto musical;
 Trabalhar conceitos matemáticos (grandezas e medidas, figuras geométricas; quantificação, classificação e seriação);
 Noção espacial e corporal;


Objetivos Procedimentais:

 Comparar diversos tipos de insetos através da observação;
 Pesquisar a história de cada inseto do interesse do grupo;
 Coletar dados por meio de pesquisas e observações;
 Usar diferentes fontes de informações e relacioná-las;
 Selecionar alguns tipos de insetos para pesquisa;
 Desenvolver atividades lúdicas;
 Desenvolver atividades matemáticas;
 Montar jogos, tabelas e gráficos;
 Elaborar cartazes, álbuns, painéis, bonecos;
 Formular questões pertinentes que apontem para a caracterização de determinado animal;
 Selecionar informações relativas a aspecto de pesquisa;
 Registrar o assunto organizadamente de diferentes maneiras;
 Realizar atividades de grafia, recorte e colagem, desenho;
 Trabalhar com pinturas e modelagem;
 Conhecer e cantar músicas que favoreçam o conhecimento do tema estudado;
 Explorar textos e histórias;
 Construir noções de numerais e quantidades;
 Realizar brincadeiras que possibilitem trabalhar com a aprendizagem de características e particularidades sobre os insetos;
 Construir o alfabeto móvel;
 Contar suas próprias experiências;
 Construir junto com o grupo um insetário;


Objetivos Atitudinais:

 Interessar-se pelo estudo buscando novas informações relacionadas ao tema;
 Socializar as informações que possuem sobre o tema;
 Construir um espírito de cidadão preocupado com o meio ambiente;
 Demonstrar capacidade de compartilhar e cooperar com o grupo;
 Diferenciar atitudes de respeito com esses pequenos animais (insetos);
 Ajudar o grupo a guardar os brinquedos e materiais da sala e pátio;
 Respeitar as regras estabelecidas no grupo;
 Respeitar as diferenças;
 Construir relações de confiança;
 Valorizar e respeitar o trabalho do colega;
 Ouvir a professora e os colegas;
 Solicitar a palavra quando quiser se pronunciar;
 Construir elos de amizade e afeto;
 Respeitar o espaço dos outros;
 Escutar e respeitar a opinião dos colegas;

Atividades:

 Colagem de materiais diversos;
 Recorte;
 Modelagem;
 Desenho livre;
 Músicas e dramatizações;
 Escrita espontânea do nome;
 Contação de histórias;
 Decorações de figuras de insetos;
 Confecção da centopeia do alfabeto;
 Alinhavo;
 Fantoches;
 Pinturas diversas;
 Bingo de gravuras;
 Memória;
 Quebra-cabeça;
 Dobraduras;
 Listagem;
 Máscaras, fantoches, dedoches;
 Móbiles;
 Jogo de encaixe;
 Insetos de sucatas, material alternativo;
 Sessão de cinema com filme sobre os insetos;
 Filmes relacionados ao tema;
 Historias infantis relacionadas ao tema;

Áreas Trabalhadas:

 Coordenação motora ampla e fina;
 Oralidade;
 Ludicidade;
 Lateralidade;
 Musicalidade;
 Linguagem oral e escrita;
 Orientação temporal e espacial;
 Plasticidade;
 Matemática;
 Ciências;

Avaliação:

 As avaliações serão realizadas diariamente, após as atividades desenvolvidas e registradas no diário da educadora.


quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Declaração Universal dos Direitos das Crianças

UNICEF
20 de Novembro de 1959

As Crianças têm Direitos

Direito à Igualdade, sem Distinção de Raça Religião ou Nacionalidade

Princípio I
......A criança desfrutará de todos os direitos enunciados nesta Declaração. Estes direitos serão outorgados a todas as crianças, sem qualquer exceção, distinção ou discriminação por motivos de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de outra natureza, nacionalidade ou origem social, posição econômica, nascimento ou outra condição, seja inerente à própria criança ou à sua família.

Direito a Especial Proteção para o seu Desenvolvimento Físico, Mental e Social
Princípio II
......A criança gozará de proteção especial e disporá de oportunidade e serviços, a serem estabelecidos em lei por outros meios, de modo que possa desenvolver-se física, mental, moral, espiritual e socialmente de forma saudável e normal, assim como em condições de liberdade e dignidade. Ao promulgar leis com este fim, a consideração fundamental a que se atenderá será o interesse superior da criança.

Direito a um Nome e a uma Nacionalidade
Princípio III
......A criança tem direito, desde o seu nascimento, a um nome e a uma nacionalidade.

Direito à Alimentação, Moradia e Assistência Médica Adequadas para a Criança e a Mãe
Princípio IV
......A criança deve gozar dos benefícios da previdência social. Terá direito a crescer e desenvolver-se em boa saúde; para essa finalidade deverão ser proporcionados, tanto a ela, quanto à sua mãe, cuidados especiais, incluindo-se a alimentação pré e pós-natal. A criança terá direito a desfrutar de alimentação, moradia, lazer e serviços médicos adequados.

Direito à Educação e a Cuidados Especiais para a Criança Física ou Mentalmente Deficiente
Princípio V
......A criança física ou mentalmente deficiente ou aquela que sofre da algum impedimento social deve receber o tratamento, a educação e os cuidados especiais que requeira o seu caso particular.

Direito ao Amor e à Compreensão por Parte dos Pais e da Sociedade
Princípio VI
......A criança necessita de amor e compreensão, para o desenvolvimento pleno e harmonioso de sua personalidade; sempre que possível, deverá crescer com o amparo e sob a responsabilidade de seus pais, mas, em qualquer caso, em um ambiente de afeto e segurança moral e material; salvo circunstâncias excepcionais, não se deverá separar a criança de tenra idade de sua mãe. A sociedade e as autoridades públicas terão a obrigação de cuidar especialmente do menor abandonado ou daqueles que careçam de meios adequados de subsistência. Convém que se concedam subsídios governamentais, ou de outra espécie, para a manutenção dos filhos de famílias numerosas.

Direito à Educação Gratuita e ao Lazer Infantil
Princípio VII
......A criança tem direito a receber educação escolar, a qual será gratuita e obrigatória, ao menos nas etapas elementares. Dar-se-á à criança uma educação que favoreça sua cultura geral e lhe permita - em condições de igualdade de oportunidades - desenvolver suas aptidões e sua individualidade, seu senso de responsabilidade social e moral. Chegando a ser um membro útil à sociedade.
......O interesse superior da criança deverá ser o interesse diretor daqueles que têm a responsabilidade por sua educação e orientação; tal responsabilidade incumbe, em primeira instância, a seus pais.
......A criança deve desfrutar plenamente de jogos e brincadeiras os quais deverão estar dirigidos para educação; a sociedade e as autoridades públicas se esforçarão para promover o exercício deste direito.

Direito a ser Socorrido em Primeiro Lugar, em Caso de Catástrofes
Princípio VIII
......A criança deve - em todas as circunstâncias - figurar entre os primeiros a receber proteção e auxílio.

Direito a ser Protegido Contra o Abandono e a Exploração no Trabalho
Princípio IX
......A criança deve ser protegida contra toda forma de abandono, crueldade e exploração. Não será objeto de nenhum tipo de tráfico. Não se deverá permitir que a criança trabalhe antes de uma idade mínima adequada; em caso algum será permitido que a criança dedique-se, ou a ela se imponha, qualquer ocupação ou emprego que possa prejudicar sua saúde ou sua educação, ou impedir seu desenvolvimento físico, mental ou moral.

Direito a Crescer Dentro de um Espírito de Solidariedade, Compreensão, Amizade e Justiça entre os Povos
Princípio X
......A criança deve ser protegida contra as práticas que possam fomentar a discriminação racial, religiosa, ou de qualquer outra índole. Deve ser educada dentro de um espírito de compreensão, tolerância, amizade entre os povos, paz e fraternidade universais e com plena consciência de que deve consagrar suas energias e aptidões ao serviço de seus semelhantes.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Vamos REFLETIR: CONSCIÊNCIA POLÍTICA E HISTÓRICA DA DIVERSIDADE

CONSCIÊNCIA POLÍTICA E HISTÓRICA DA DIVERSIDADE
Este princípio deve conduzir:
- à igualdade básica de pessoa humana como sujeito de direitos;
- à compreensão de que a sociedade é formada por pessoas que pertencem a
grupos étnico-raciais distintos, que possuem cultura e história próprias, igualmente
valiosas e que em conjunto constroem, na nação brasileira, sua história;
- ao conhecimento e à valorização da história dos povos africanos e da cultura
afro-brasileira na construção histórica e cultural brasileira;
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais
e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana
19
- à superação da indiferença, injustiça e desqualificação com que os negros,
os povos indígenas e também as classes populares às quais os negros, no
geral, pertencem, são comumente tratados;
- à desconstrução, por meio de questionamentos e análises críticas, objetivando
eliminar conceitos, idéias, comportamentos veiculados pela ideologia do branqueamento,
pelo mito da democracia racial, que tanto mal fazem a negros e
brancos;
- à busca, da parte de pessoas, em particular de professores não familiarizados
com a análise das relações étnico-raciais e sociais com o estudo de
história e cultura afro-brasileira e africana, de informações e subsídios que
lhes permitam formular concepções não baseadas em preconceitos e construir
ações respeitosas;
- ao diálogo, via fundamental para entendimento entre diferentes, com a finalidade
de negociações, tendo em vista objetivos comuns, visando a uma
sociedade justa.

terça-feira, 26 de julho de 2011

A IMPORTÂNCIA DO LIMITE

A IMPORTÂNCIA DO LIMITE

Sugestão p/reunião de Pais

É importante saber dosar amor e permissividade com limite e autoridade;
• Saber dizer “não” segundo especialistas é um dos aspectos mais importantes e saudáveis na educação de crianças e adolescentes;

Para os pais é essencial saber que a noção do proibido vai se constituindo ao longo do desenvolvimento infantil.

• No 1º ano de vida, a criança obedece ao princípio do prazer, age por impulso, e por isso procura fazer apenas o que lhe dê satisfação.

• Até os dois ou três anos, a noção do proibido não faz muito sentido à criança. É preciso repetir muitas vezes o que ela pode ou não fazer, explicando em poucas palavras a razão dessa proibição.

• Somente depois dos três ou quatro anos, a criança passa a compreender, cada vez melhor, as noções de bem ou mal. E a princípio procurará obedecer aos pais, somente para satisfazê-los.

• A partir dos cinco anos a criança já tem a consciência do certo e errado, podendo compreender a inadequação de seus atos. Assim, já é hora de delimitar bem as regras e as consequências de seu descumprimento.

É fundamental que os adultos tenham clareza de suas convicções e sejam fiéis a elas, pois para os pequenos, eles são modelos a serem seguidos. É por meio do convívio com essas fontes de referência que as crianças vão estruturando sua própria personalidade
A criança que não aprende a ter limite cresce com uma deformação na percepção do outro, além de encontrar dificuldade em suportar frustrações;
É importante saber que quando não se dá limites à criança, ela tende a ter dificuldades que vão se desenvolvendo à medida que vai crescendo, surgindo comportamentos como:
• Descontrole emocional e ataques de raiva sempre que escuta um “não”;
• Distúrbios de conduta, desrespeito com os pais, colegas e autoridades;
• Excitabilidade, baixo rendimento porque aprendeu que fazer o que se quer é mais agradável do que fazer o que se deve;
• Descontrole e agressividade física quando contrariado;
• Forma distorcida de ver o mundo, podendo levar a marginalidade, ao álcool e drogas.

A maioria dos comportamentos infantis é aprendido por meio de imitação e da experimentação, principalmente com a convivência com seus pais, absorvendo a conduta destes.

• Pais que sofrem ao dizer “não”, são escravos do “sim”;
• As crianças não se tornam indisciplinadas da noite para o dia. São frutos de um longo processo educativo

A medida certa do limite é: os pais delegarem aos filhos tarefas que eles já são capazes de cumprir.

Os limites ensinam a ter comportamentos adequados, a se proteger contra situações de risco e a respeitar os demais. Colocar limites é, portanto, um investimento. Sem eles estaremos criando filhos difíceis, alunos problemáticos e adultos desajustados socialmente.
Estabelecer limites não precisa ser complicado. Não existem receitas únicas, mas algumas orientações básicas são importantes:
• Agir de acordo com a idade da criança;
• Iniciar o mais cedo possível a imposição de limites;
• Manter coerência na fala dos pais e demais familiares;
• Dar o exemplo é com certeza a melhor forma de educar;
• Definir regras claras e estáveis;
• Ser persistente;
• Cumprir as combinações
• Criticar o ato cometido em si e não o indivíduo ou sua personalidade;
• Não economizar elogios;
• Lembrar que premiar não é dar coisas materiais, mas sim elogiar e demonstrar afeto.
Não confundindo autoridade com autoritarismo, exerça sua autoridade sem culpas, com segurança e bom senso.


Psicóloga: Luana Rangel
Reunião de Pais 30/04/11